Língua Estranha
Língua Estranha Sento-me diante da besta de feições falhas Carregada de emoções reprimidas Vagando entre os lábios da ignorância 'Cortando' a língua estranha Ouvindo vozes indolentes Que se colocam À frente das palavras malditas e escondias Dos que se dizem pensadores Mas é apenas engodo Do romantismo estúpido Que fala do 'eu' Assumidamente costurado Na imbecilidade humana De tolos que se digladiam Que sucumbem à racionalidade - ao inferno com ela Tolos traídos pelo ego Pela soberba Tolos que absorvem a religiosidade Tentando esconder O demônio que habita em suas cabeças Proletários da bestialidade Discutam! Falem! Hipócritas Deem o final poético e patético Coerente a cada um. Viviani Ketely